Audiência de custódia: Bolsonaro nega tentativa de fuga e explica alucinações

 Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil/Divulgação

A Justiça manteve a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em audiência de custódia, realizada neste domingo (23), por videoconferência, a juíza auxiliar do Supremo Tribunal Federal Luciana Sorrentino considerou não ter havido abuso ou irregularidades pelos policiais responsáveis pelo cumprimento do mandato de prisão.

O ex-presidente foi preso neste sábado (22), após pedido da Polícia Federal afirmando que havia eventual risco de fuga. A solicitação foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República e acatada pelo ministro Alexandre de Moraes, que é relator do processo da tentativa de golpe de estado.

Durante a audiência de custódia, Bolsonaro afirmou que não houve qualquer abuso ou irregularidades em sua prisão. Questionado sobre a tentativa de violação de sua tornozeleira eletrônica, o ex-presidente afirmou que teve uma “certa paranoia” em razão de medicamentos receitados por seus médicos: a pregabalina e a sertralina.

Jair Bolsonaro afirmou que então resolveu mexer no equipamento com uso de um ferro de solda, após uma alucinação de que haveria alguma escuta na tornozeleira, tentando abrir sua tampa.

O ex-presidente ainda afirmou não ter qualquer intenção de fuga. Disse que a vigília convocada por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, fica a 700 metros de sua residência, não havendo possibilidade de criar qualquer tumulto que pudesse facilitar uma fuga.

Na sexta-feira (21), quando tentou danificar a tornozeleira, Bolsonaro estava em companhia de sua filha, de um irmão e um assessor; mas que nenhum deles teria visto a ação do ex-presidente.

Ainda neste domingo (23), Bolsonaro deve receber a visita de sua esposa, Michele Bolsonaro, após autorização do Supremo Tribunal Federal.

O ex-presidente estava em prisão domiciliar desde agosto, após descumprimento de cautelares impostas pelo STF. Bolsonaro foi condenado, em setembro, a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a organização criminosa que tramou um golpe de estado após as eleições de 2022.

Edição:

Roberta Lopes / Akemi Nitahara/Agência Brasil

José Carlos Goes

Sou locutor. Atuei em várias emissoras de rádio em Blumenau por quatro décadas. Atualmente trabalho na Massa FM de Blumenau e mantenho esse blog. Sou jornalista. Trabalhei em vários jornais impressos. Sou blogueiro.

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