Da tela para a cela: a prisão de Bolsonaro sob o olhar da vigília digital

Foto/Valter Campanato/Agência Brasil/Divulgação

O ex-presidente Jair Bolsonaro chegou à Superintendência da Polícia Federal (PF) pouco antes das 7h deste sábado (22). Neste momento, entra e sai de assessores da defesa de Jair Bolsonaro. São advogados que fazem parte da equipe do advogado de Celso Vilardi.

O sobrinho de Michele Bolsonaro chegou trazendo uma caixa com remédios para exames do ex-presidente. O irmão de Michele Bolsonaro também está aqui presente.

A ex-primeira-dama estaria em Fortaleza participando de um evento do PL, não estava em Brasília e retorna ainda neste sábado.

A audiência de custódia foi marcada para este domingo às 12h, portanto, Jair Bolsonaro fica na Superintendência da PF pelo menos até lá.

O ministro Alexandre de Moraes liberou o despacho em que determinou a prisão do ex-presidente. O motivo foi uma vigília convocada pelo filho dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL), "pela saúde e liberdade do Brasil".

No documento, o ministro Alexandre de Moraes fala que esta vigília seria uma convocação disfarçada e que havia uma possibilidade concreta de que esse evento tomasse grandes dimensões, se estendesse por vários dias, provocando dano à ordem pública.

Fala também no modus operandi dessa chamada milícia digital, palavras dele, para disseminar ataques de ódio pelas redes sociais. Fala também em risco efetivo de fuga do ex-presidente.

Neste momento, muita movimentação de apoiadores e principalmente de pessoas favoráveis à prisão, comemorando e apoiando essa decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Edição:

Rádio Nacional/ Sumaia Villela/Agência Brasil

José Carlos Goes

Sou locutor. Atuei em várias emissoras de rádio em Blumenau por quatro décadas. Atualmente trabalho na Massa FM de Blumenau e mantenho esse blog. Sou jornalista. Trabalhei em vários jornais impressos. Sou blogueiro.

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