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| Foto/ José Cruz/Agência Brasil/Divulgação |
A recente queda no preço do diesel no Brasil ainda é tímida, mas ocorre em meio a um cenário global de forte instabilidade no mercado de combustíveis, pressionado por conflitos internacionais e medidas emergenciais do governo federal.
O preço do diesel no Brasil hoje apresentou uma leve queda após semanas de alta impulsionada pela crise no Oriente Médio. Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o valor médio do combustível caiu de R$ 7,45 para R$ 7,43 entre os dias 30 de março e 5 de abril.
A redução, ainda tímida, ocorre após a forte pressão causada pelo cenário internacional, que impactou diretamente o preço dos combustíveis no Brasil.
Crise no Oriente Médio elevou o preço do diesel
A disparada no diesel Brasil 2026 começou após ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã. O conflito resultou no bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo.
Com isso, o mercado global sofreu forte impacto, refletindo diretamente no preço do diesel hoje e na alta dos combustíveis 2026.
No Brasil, onde cerca de 30% do diesel é importado, o efeito foi imediato. Em 28 de fevereiro, o combustível saltou de R$ 6,08 para R$ 6,80. Já em 22 de março, atingiu o pico de R$ 7,45.
Gasolina também sobe e pressiona o consumidor
A gasolina preço Brasil também acompanhou a tendência de alta. O valor médio subiu de R$ 6,30 no início de março para R$ 6,77 na última semana analisada.
O aumento no preço dos combustíveis impacta diretamente o custo de vida, influenciando transporte, alimentos e serviços em todo o país.
Governo tenta reduzir o preço do diesel
Para conter a escalada, o governo federal anunciou medidas que podem resultar na redução do preço do diesel em até R$ 2,34. As ações fazem parte de um pacote emergencial para enfrentar a volatilidade causada pela crise no petróleo internacional.
Especialistas avaliam que, apesar da leve queda no diesel hoje, o comportamento dos preços ainda depende da estabilidade no Oriente Médio e da normalização do fluxo no Estreito de Ormuz.
Com informações da Agência Brasil


