Apesar do avanço na contratação, a maioria das pessoas com deficiência ainda enfrenta barreiras para entrar e permanecer no mercado de trabalho — e é nesse cenário que Blumenau atualiza o selo “Blu Empreendedor Inclusivo”, tentando transformar inclusão em prática real, e não apenas obrigação legal.
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| Foto/Reprodução/Divulgação |
Em meio às dificuldades que pessoas com deficiência ainda enfrentam para se manter no mercado de trabalho, Blumenau deu um passo importante para transformar inclusão em prática real. A Câmara de Vereadores aprovou a atualização do selo “Blu Empreendedor Inclusivo”, que passa a exigir não apenas contratação, mas compromisso contínuo das empresas com acessibilidade e permanência no emprego.
A nova lei cria critérios mais rigorosos, fiscalização ativa e níveis de certificação, garantindo que o reconhecimento seja dado a quem realmente promove inclusão no dia a dia — e não apenas no papel.
A medida ganha ainda mais relevância diante do cenário atual: embora o número de pessoas com deficiência empregadas tenha crescido, a maioria ainda enfrenta barreiras para entrar e, principalmente, continuar no trabalho, seja por falta de acessibilidade, preparo das empresas ou oportunidades reais de desenvolvimento.
Com o novo modelo, o selo passa a funcionar como um incentivo direto para que empresas criem ambientes mais estruturados, inclusivos e sustentáveis — aumentando não só as contratações, mas as chances de permanência e crescimento profissional.
👉 Mais do que reconhecer, a proposta busca mudar a lógica do mercado: inclusão não como obrigação, mas como compromisso contínuo.
