Vereador antecipou debate sobre prevenção enquanto cidades da região começam agora a reforçar medidas contra enchentes e deslizamentos 🌧️⚠️
| Foto/Divulgação/Gabinete Flavinho |
A preocupação com a chegada do El Niño ganhou força em Blumenau nesta terça-feira (19), após uma coletiva realizada pela Secretaria de Proteção e Defesa Civil do município para discutir ações preventivas diante dos riscos climáticos previstos para os próximos meses.
O vereador Flávio, que já vinha cobrando medidas antecipadas há semanas, participou da reunião geral do GRAC (Grupo de Ações Coordenadas) e reforçou a necessidade de planejamento urgente para evitar novos prejuízos à população do Vale do Itajaí.
Segundo especialistas e órgãos meteorológicos, o fenômeno climático que se forma no Oceano Pacífico pode provocar chuvas intensas, enchentes, alagamentos e deslizamentos em diversas regiões de Santa Catarina.
🛑 Enquanto os alertas climáticos vêm sendo divulgados há meses, cidades da região começam apenas agora a ampliar ações preventivas e estratégias de resposta.
Durante o encontro realizado na Defesa Civil, autoridades, técnicos, forças de segurança e lideranças locais debateram protocolos de emergência, monitoramento de áreas de risco e medidas de proteção à população.
O vereador Flávio destacou que a prevenção precisa acontecer antes que os problemas atinjam a cidade novamente.
“Não podemos esperar a chuva chegar para agir. Blumenau já conhece os impactos das enchentes e precisa estar preparada com antecedência”, afirmou o parlamentar.
A Prefeitura de Blumenau apresentou medidas como reforço nos diques de contenção, limpeza de rios e ribeirões, mapeamento de abrigos e organização de equipes de resposta rápida.
Segundo a Defesa Civil, o objetivo é minimizar impactos e garantir maior segurança à população em caso de eventos climáticos extremos.
📍A reunião do GRAC também serviu para alinhar ações integradas entre os órgãos públicos e as forças de segurança, buscando acelerar respostas em situações de emergência.
O avanço do El Niño segue sendo monitorado por órgãos nacionais e internacionais, e a previsão é de que os efeitos sejam sentidos com maior intensidade nos próximos meses em Santa Catarina.