Polícia Civil cumpre mandados contra integrantes do PGC após ameaças a policial militar e família
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| Foto/Divulgação |
Uma operação da Polícia Civil de Santa Catarina realizada na manhã desta terça-feira (26) terminou com a prisão em flagrante de um homem investigado por ligação com a facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC), em Blumenau.
A ação ocorreu no bairro Passo Manso e faz parte de uma investigação que apura graves ameaças feitas contra um policial militar e seus familiares.
Segundo a polícia, o agente denunciou que foi intimidado por criminosos na presença da esposa e da filha. Conforme o relato, os suspeitos afirmaram que os dias do policial “estavam contados”, o que motivou a abertura do inquérito.
De acordo com a investigação conduzida pelo delegado Ronnie Esteves, foram reunidos elementos considerados suficientes para solicitar mandados de busca e apreensão contra os investigados. Após análise do caso, a Justiça autorizou o cumprimento das ordens judiciais.
Suspeito tentou impedir entrada dos policiais
Durante o cumprimento de um dos mandados, um dos investigados teria reagido de forma agressiva à chegada da equipe policial.
Segundo a Polícia Civil, o homem fechou a porta da residência e tentou impedir a entrada dos agentes, mesmo após ser informado sobre a ordem judicial.
“Aqui vocês não entram”, teria gritado o suspeito antes de ser contido pelos policiais.
Diante da resistência, os agentes utilizaram força para realizar a contenção e a prisão em flagrante pelos crimes de resistência e desacato.
A autoridade policial arbitrou fiança no valor de R$ 3.240,00, mas o pagamento não foi realizado. Por isso, o homem foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau.
Celulares e materiais foram apreendidos
Além da prisão, os policiais apreenderam celulares e outros materiais considerados importantes para o andamento das investigações.
Em nota, a Polícia Civil informou que o trabalho segue em andamento para identificar outros possíveis envolvidos nas ameaças e aprofundar a apuração sobre a atuação da facção criminosa na região.
Os investigados citados na ocorrência têm direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme prevê a legislação brasileira.
