Formação reúne cerca de 300 profissionais para qualificar a acolhida e a escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência
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| Foto/Divulgaçãp |
Cerca de 300 profissionais da rede de proteção participam, nesta terça-feira (16), de uma capacitação voltada ao atendimento de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. A iniciativa busca fortalecer a atuação dos serviços públicos e privados, garantindo uma acolhida mais humanizada, segura e alinhada à legislação.
Promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), com recursos do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA), a capacitação "Acolhida da Revelação Espontânea" ocorre das 8h às 12h, no Auditório da Igreja Comunhão Cristã, em Blumenau.
O treinamento terá como foco a acolhida da revelação espontânea e a escuta especializada, ferramentas consideradas essenciais para assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes que sofreram ou testemunharam situações de violência.
O objetivo é oferecer suporte técnico aos profissionais que atuam na rede de proteção, com orientações práticas para um atendimento adequado, evitando a revitimização e fortalecendo a garantia dos direitos desse público.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Rafael Burgonovo, a ação representa mais um avanço nas políticas públicas voltadas à infância e à adolescência.
"Blumenau tem avançado de forma consistente na construção de políticas públicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes, e essa capacitação é mais um passo nessa direção. Nosso compromisso é continuar fortalecendo a rede de atendimento, promovendo conhecimento e integração entre os profissionais para que possamos oferecer respostas cada vez mais qualificadas às situações de violência. Proteger nossas crianças e adolescentes é investir no futuro da cidade", afirma.
Além da atualização técnica, a iniciativa busca ampliar a integração entre os diferentes órgãos e instituições que compõem a rede de proteção, promovendo uma atuação conjunta e mais eficiente diante de casos de violência.
A expectativa é que o conhecimento compartilhado durante a formação contribua para atendimentos mais qualificados, humanizados e em conformidade com as diretrizes legais vigentes, reforçando o compromisso do município com a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
